4 de mai. de 2012

Ranking de Clubes

Sem dúvida nenhuma, o Barcelona é o melhor time do mundo e o ranking IFFHS comprova sua liderança com 367 pontos contra seu arqui-rival Real Madrid com 306 pontos que ocupa a segunda posição.

Entre os dez primeiros, quatro são espanhóis, três sulamericanos, um alemão, um inglês e um português.

O clube brasileiro mais bem classificado é o Vasco, aparecendo na décima posição (ocupava a 13ª anteriormente) com 235 pontos. O segundo é o Santos com 217 pontos caindo da sexta para décima segunda posição.

O terceiro clube brasileiro mais bem colocado é o Fluminense com 174 pontos, indo da trigésima sétima para quadragésima posição.

O quarto é o Corinthians que subiu da septuagésima quinta para quadragésima quarta.

Já o quinto é o Internacional com 165 pontos, um ponto a menos que o Corinthians, que caiu da trigésima sétima para quadragésima quinta.

3 de mai. de 2012

Pero no tan...

Apesar das duas maiores competições continentais de clubes garantirem as vagas mais disputadas para o mundial interclubes, persiste uma grande diferença entre ambas.

A UEFA Champions League garante a uma equipe que chega a fase de grupos (32 no total), cerca de R$ 18,1 milhões, mesmo se perder todos os jogos. Se estas vierem das fases de classificação, o valor sofre um acréscimo de 28%, indo para R$ 23,2 milhões.

Do outro lado do Atântico, um pouco mais para o Sul, até o campeão da Copa Libertadores recebe menos que os Top 32 da Champions. Na última edição, o Santos FC recebeu apenas R$ 7 milhões pelo título, segundo o Jornal Lance!.

Ainda assim, noticiado pelo mesmo periódico, Nicolás Leoz permanece há 26 anos a frente da Conmebol, sendo candidato único em todos os pleitos nos quais participou, afirma que seu cargo é vitalício conforme acordo costurado em congresso realizado em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, à época da Copa América.

A questão está na satisfação dos dirigentes das dez associações filiadas a Conmebol com a gestão da entidade continental, o modo que trata suas principais competições, suas seleções nacionais e clubes, como também está na passividade dos dirigentes dos clubes junto a gestão de suas associações nacionais.

Falta vontade política, gestão profissional, coragem para mudança e quebra de paradigmas.